
O Estrabismo é uma alteração ocular em que os olhos deixam de ser paralelos, ficando desalinhados, apontando para direções diferentes. Esse desvio pode ser constante ou ocorrer esporadicamente. Um dos olhos poderá estar direcionado para frente, enquanto o outro desvia para dentro, para fora, para cima ou para baixo.
O estrabismo é mais freqüente entre as crianças, mas pode ocorrer também nos adultos. Alguns casos tem caráter familiar. Nos adultos pode ocorrer em doenças neurológicas, diabetes, doenças de tiróide, tumores cerebrais, traumas, entre outras.
No olho humano, existem seis pares de músculos extra-oculares, presos do lado de fora de cada globo ocular e que controlam os movimentos dos olhos. Em cada olho, dois músculos movimentam os olhos para a direita e a esquerda.
Os outros quatro músculos movimentam os olhos para cima e para baixo. Para termos os olhos alinhados, todos os músculos oculares devem estar trabalhando em conjunto.
Quando os músculos oculares não trabalham em conjunto ocorre um desvio ocular, que é o que chamamos de estrabismo
O principal sintoma de estrabismo é o fato de os olhos não se manterem paralelos. São outros sintomas do estrabismo a visão dupla, embaçamento visual, entortar a cabeça para ver, piscar constantemente entre outros.
Caso haja suspeita, são necessários exames oftalmológicos para determinar sua causa e iniciar o tratamento imediatamente.
Um teste importante para tal diagnóstico é o Teste do Reflexo. Ele avalia se o foco de luz está centralizado nas duas pupilas. Também podem ser feitos testes de acuidade visual, de oclusão e de fundo de olho, além de uma avaliação do movimento ocular.
Existem várias alternativas de tratamento para o estrabismo. A seleção do tratamento adequado será determinada de acordo com a causa do problema. Entre os tratamentos viáveis estão:

O Astigmatismo é um problema de refração ocular que pode afetar pessoas de qualquer idade. Isso significa que a imagem é projetada fora da retina, causando dificuldades de enxergar com nitidez. Veja a seguir mais informações sobre esse problema ocular:
A luz do ambiente externo atravessa o globo ocular e forma a imagem na retina, estrutura no fundo do olho. Quando esses feixes de luz sofrem alguma alteração, isso faz com que a imagem não seja projetada como se deve. Com isso, o paciente pode ter problemas para enxergar as imagens com nitidez. Dependendo do tipo de alteração ou condição que causa esse desvio na penetração da luz, a pessoa pode ter problemas para ver de perto ou longe.
No caso do astigmatismo, a luz é refratada em ângulos diferentes, normalmente devido a um formato mais oval do globo ocular. Com isso, a imagem fica borrada tanto para perto quanto para longe.
O olho de uma pessoa normal apresenta córnea e cristalino com estrutura uniforme e arredondada. Nas pessoas com astigmatismo, essas estruturas são irregulares ou com formato oval. Assim, os raios de luz não são focalizados de maneira normal, gerando a visão borrada.
O astigmatismo pode ser provocado por algum trauma ocular, alguma doença ou até mesmo em decorrência de alguma cirurgia ocular. Esse problema também pode ser uma herança genética, mas a ciência ainda não consegue explicar com exatidão as causas desse problema.
Embora ainda não exista um esclarecimento sobre a origem do astigmatismo, é possível afirmar que há grupos de pessoas com condições ou hábitos específicos com maior propensão à doença:
É importante esclarecer que o astigmatismo não é provocado por hábitos como a leitura com pouca luz ou contato excessivo com a TV e outros aparelhos. Trata-se de um mito quando se trata especificamente desse problema de visão.
Os astigmatas (pessoas com astigmatismo) tendem a confundir símbolos visualmente parecidos, como por exemplo as letras “H”, “M” e “N”, número “8” com o “0”, entre outros. Também podem ocorrer vermelhidão nos olhos, fadiga ocular, dores de cabeça e outros sintomas:
Os sintomas do astigmatismo podem ser comuns a outros problemas oculares ou de saúde em geral. Isso reforça a necessidade de consultar um médico se notar algum dos sintomas mencionados. Apenas o médico poderá fazer um diagnóstico seguro e indicar o melhor tratamento.
Visão com astigmatismo:
O médico oftalmologista é o profissional indicado quando o assunto são problemas de vista. No consultório o médico efetuará exame clínico para identificar esse tipo de problema. Alguns exames que podem ser realizados para disgnóstico:
Exame de Refração: O foróptero é um aparelho que permite ao médico posicionar à frente dos olhos do paciente várias lentes corretivas. Assim, é possível testar qual delas confere melhor acuidade visual, e vai determinar a medida da receita dos óculos ou lentes. Durante esse procedimento, o oftalmologista pode usar uma lente de mão ou um aparelho chamado retinoscópio para verificar a presença de erros refrativos.
Ceratometria: Mede a curvatura da área central da córnea. Se a estrutura for arredondada, é considerada normal. Se for irregular pode indicar algum problema de visão.
Topografia da córnea: Um mapeamento da córnea é feito de maneira computadorizada, com equipamentos avançados. Esse tipo de exame, mais detalhado, normalmente é solicitado em pré-operatórios de cirurgias oculares.
Teste de Acuidade Visual: verifica a capacidade de enxergar a uma determinada distância. O vídeo abaixo demonstra como é feito esse teste.
Assim como os demais erros refrativos da visão, o astigmatismo pode ser tratado de várias maneiras, conforme a necessidade de cada paciente:
Lentes de Contato: São lentes corretivas que oferecem ao paciente melhor acuidade visual. Podem ser rígidas ou flexíveis, descartáveis ou de uso prolongado, entre outras variações.
Óculos: São acessórios com lentes corretivas. Essas lentes tentam corrigir o efeito que a anomalia no formato da córnea provoca à visão.
Cirurgia Refrativa: Existem alguns procedimentos cirúrgicos que podem corrigir a curvatura da córnea solucionando os erros refrativos da visão. Realizados com equipamentos de última geração, são procedimentos considerados de baixo risco cirúrgico.

A Hipermetropia é um erro refrativo da visão que causa dificuldades para enxergar de perto. Torna mais difíceis tarefas como ler e ver detalhes de objetos próximos à pessoa.
Devido a alguma característica ocular do paciente, a imagem não é formada corretamente na retina. É isso que faz com que a pessoa não consiga ver com nitidez, já que a retina é responsável por comunicar as imagens ao cérebro.
A luz do ambiente externo atravessa o globo ocular e forma a imagem na retina, estrutura no fundo do olho. Quando esses feixes de luz sofrem alguma alteração, isso faz com que a imagem não seja projetada como se deve. Com isso, o paciente pode ter problemas para enxergar as imagens com nitidez. Dependendo do tipo de alteração ou condição que causa esse desvio na penetração da luz, a pessoa pode ter problemas para ver de perto ou longe.
No caso da hipermetropia, a luz é refratada após a retina, normalmente devido a um formato menos curvo da córnea ou globo ocular de comprimento menor que o normal.
Essa alteração na curvatura da córnea ou no tamanho do globo ocular não tem uma explicação determinada pela ciência. É provável que seja genético, já que muitos pacientes tem histórico familiar desse problema. Também pode acontecer de o problema ser provocado provocado por algum trauma ocular, cirurgia nos olhos, coçar os olhos excessivamente. Pessoas de origem brasileira, nativo-americana, do leste da ásia e hispânicos tem maior propensão a esse problema refrativo da visão.
As pessoas com hipermetropia tem muita dificuldade para enxergar com nitidez objetos mais próximos. Os hipermétropes podem ter sintomas como dores de cabeça e fadiga ocular devido ao esforço extra para tentar enxergar. Também pode ocorrer vermelhidão, lacrimejamento e ardor.
A hipermetropia é frequentemente identificada na infância, já que a estrutura ocular das crianças podem naturalmente ter um tamanho menor.
Os sintomas da hipermetropia podem ser comuns a outros problemas oculares ou de saúde em geral. Isso reforça a necessidade de consultar um médico se notar algum dos sintomas mencionados. Apenas o médico poderá fazer um diagnóstico seguro e indicar o melhor tratamento.
Visão com hipermetropia:
O médico oftalmologista é o profissional indicado quando o assunto são problemas de vista. No consultório o médico efetuará exame clínico para identificar esse tipo de problema. Alguns exames que podem ser realizados para disgnóstico:
Exame de Refração: O foróptero é um aparelho que permite ao médico posicionar à frente dos olhos do paciente várias lentes corretivas. Assim, é possível testar qual delas confere melhor acuidade visual, e vai determinar a medida da receita dos óculos ou lentes. Durante esse procedimento, o oftalmologista pode usar uma lente de mão ou um aparelho chamado retinoscópio para verificar a presença de erros refrativos.
Ceratometria: Mede a curvatura da área central da córnea. Se a estrutura for arredondada, é considerada normal. Se for irregular pode indicar algum problema de visão.
Topografia da córnea: Um mapeamento da córnea é feito de maneira computadorizada, com equipamentos avançados. Esse tipo de exame, mais detalhado, normalmente é solicitado em pré-operatórios de cirurgias oculares.
Teste de Acuidade Visual: verifica a capacidade de enxergar a uma determinada distância.
O vídeo abaixo demonstra como é feito esse teste.
Assim como os demais erros refrativos da visão, a hipermetropia pode ser tratada de várias maneiras, conforme a necessidade de cada paciente:
Lentes de Contato: São lentes corretivas que oferecem ao paciente melhor acuidade visual. Podem ser rígidas ou flexíveis, descartáveis ou de uso prolongado, entre outras variações.
Óculos: São acessórios com lentes corretivas. Essas lentes tentam corrigir o efeito que a anomalia no formato da córnea provoca à visão.
Cirurgia Refrativa: Existem alguns procedimentos cirúrgicos que podem corrigir a curvatura da córnea solucionando os erros refrativos da visão. Realizados com equipamentos de última geração, são procedimentos considerados de baixo risco cirúrgico.

A Miopia é um erro refrativo da visão que causa dificuldades para enxergar de longe. É o erro refracional mais comum, que acomete cerca de 25% da população.
Devido a alguma característica ocular do paciente, a imagem não é formada corretamente na retina. É isso que faz com que a pessoa não consiga ver com nitidez, já que a retina é responsável por comunicar as imagens ao cérebro.
Veja a seguir informações mais detalhadas sobre esse problema ocular:
A luz do ambiente externo atravessa o globo ocular e forma a imagem na retina, estrutura no fundo do olho. Quando esses feixes de luz sofrem alguma alteração, isso faz com que a imagem não seja projetada como se deve. Com isso, o paciente pode ter problemas para enxergar as imagens com nitidez. Dependendo do tipo de alteração ou condição que causa esse desvio na penetração da luz, a pessoa pode ter problemas para ver de perto ou longe.
No caso da miopia, a luz é refratada atrás da retina, normalmente devido a um formato acentuado da córnea ou globo ocular de comprimento maior que o normal
Essa alteração na curvatura da córnea ou no tamanho do globo ocular não tem uma explicação determinada pela ciência. É provável que seja genético, já que muitos pacientes tem histórico familiar desse problema. Também pode acontecer de o problema ser provocado provocado por algum trauma ocular, cirurgia nos olhos, coçar os olhos excessivamente. Pessoas de origem brasileira, nativo-americana, do leste da ásia e hispânicos tem maior propensão a esse problema refrativo da visão.
As pessoas míopes tem muita dificuldade para enxergar com nitidez objetos mais distantes. Muitos pacientes apertam os olhos (fecham parcialmente) na tentativa de ver melhor. Também tendem a aproximar objetos do rosto para ler ou ver com mais nitidez. Dores de cabeça e fadiga ocular também são indicativos da presença dessa doença.
A miopia é frequentemente identificada ainda na infância. É preciso ficar atento ao comportamento das crianças. Aproximar muito objetos do rosto ou precisar sentar-se muito perto da TV pode indicar problemas para enxergar.
Os sintomas da miopia podem ser comuns a outros problemas oculares ou de saúde em geral. Isso reforça a necessidade de consultar um médico se notar algum dos sintomas mencionados. Apenas o médico poderá fazer um diagnóstico seguro e indicar o melhor tratamento
A hipermetropia é frequentemente identificada na infância, já que a estrutura ocular das crianças podem naturalmente ter um tamanho menor.
Os sintomas da hipermetropia podem ser comuns a outros problemas oculares ou de saúde em geral. Isso reforça a necessidade de consultar um médico se notar algum dos sintomas mencionados. Apenas o médico poderá fazer um diagnóstico seguro e indicar o melhor tratamento.
Visão com hipermetropia:
O médico oftalmologista é o profissional indicado quando o assunto são problemas de vista. No consultório o médico efetuará exame clínico para identificar esse tipo de problema. Alguns exames que podem ser realizados para disgnóstico:
Exame de Refração: O foróptero é um aparelho que permite ao médico posicionar à frente dos olhos do paciente várias lentes corretivas. Assim, é possível testar qual delas confere melhor acuidade visual, e vai determinar a medida da receita dos óculos ou lentes. Durante esse procedimento, o oftalmologista pode usar uma lente de mão ou um aparelho chamado retinoscópio para verificar a presença de erros refrativos.
Ceratometria: Mede a curvatura da área central da córnea. Se a estrutura for arredondada, é considerada normal. Se for irregular pode indicar algum problema de visão.
Topografia da córnea: Um mapeamento da córnea é feito de maneira computadorizada, com equipamentos avançados. Esse tipo de exame, mais detalhado, normalmente é solicitado em pré-operatórios de cirurgias oculares.
Teste de Acuidade Visual: verifica a capacidade de enxergar a uma determinada distância. O vídeo abaixo demonstra como é feito esse teste.
Assim como os demais erros refrativos da visão, a miopia pode ser tratada de várias maneiras, conforme a necessidade de cada paciente:
Lentes de Contato: São lentes corretivas que oferecem ao paciente melhor acuidade visual. Podem ser rígidas ou flexíveis, descartáveis ou de uso prolongado, entre outras variações.
Óculos: São acessórios com lentes corretivas. Essas lentes tentam corrigir o efeito que a anomalia no formato da córnea provoca à visão.
Cirurgia Refrativa: Existem alguns procedimentos cirúrgicos que podem corrigir a curvatura da córnea solucionando os erros refrativos da visão. Realizados com equipamentos de última geração, são procedimentos considerados de baixo risco cirúrgico.
Conhecida popularmente como olho preguiçoso, consiste em uma baixa visual, que pode ser causada por lesões no fundo do olho, problemas refrativos como a miopia, hipermetropia e astigmatismo e estrabismo não tratado em tempo hábil.
TRATAMENTO
Deve ser detectado a causa da baixa visual para que seja tratado o quanto antes o agente causador através do medico oftalmologista, de forma paralela dependendo do caso é realizado pelo oftalmologista e o ortoptista, o tratamento oclusivo, para recuperar a acuidade visual do paciente,onde é instituída horas e dias de uso do oclusor.
A oclusão é feita no olho de melhor visão, para que o olho amblíope se desenvolva e iguale sua visão a do outro olho Saiba que o tratamento oclusivo deve ser feito até 8/9 anos de idade, período em a visão do ser humano esta em desenvolvimento, após esta idade o sistema visual amadurece tornando o tratamento com poucas chances de sucesso.
Os seus braços já não são suficientemente longos para ler o jornal?! Tem dificuldade em enfiar a linha na agulha?! Esses são os primeiros sinais da presbiopia e outros sintomas podem ser as dores de cabeça e a fadiga ocular.
A presbiopia ou “vista cansada” é uma evolução natural da visão, que se manifesta em todas as pessoas, tendencialmente, a partir dos 40 anos. Todos irão senti-la, mais cedo ou mais tarde, porque o cristalino (lente natural do olho) perde a elasticidade à medida que envelhece, o que resulta em uma crescente dificuldade em ver bem de perto
É um processo em que ocorre vascularização irregular da conjuntiva e faz com que esse tecido avance podendo atingir a córnea.
A Ciência ainda não consegue determinar exatamente as causas. Sabe-se que a pressão intraocular é a responsável pelo dano ao nervo óptico. Prova disso é um estudo que mostrou que com uma redução média de 35% da PIO em portadores de glaucoma inicial, não se observa progressão após cinco anos de seguimento.
A maior parte dos casos com estágio inicial e moderado consegue bom controle da PIO apenas com colírios, mas os casos mais avançados têm indicação de tratamento cirúrgico, pois a cirurgia consegue melhor controle da PIO e das suas variações durante o dia.
O principal sintoma do pterígio é a vermelhidão do olho. Essa vermelhidão é principalmente no canto do olho, próximo do nariz. Além disso, também ocorre ardência, lacrimejamento, fotofobia, dificuldade em manter os olhos abertos na claridade (fotofobia) e sensação de areia nos olhos
O que causa o Pterígio ?
SINTOMAS
O olho possui uma lente natural, chamada de cristalino. Devido a diversos fatores, essa estrutura pode perder a transparência, provocando grande dificuldades para enxergar. A opacificação do cristalino é o que chamamos de catarata. Com essa perda de transparência do cristalino, a visão perde a nitidez e fica turva, embaçada, entre outras dificuldades.
A catarata é mais comum em pessoas idosas, ou a partir dos 50 anos, devido à degeneração natural das estruturas oculares. Mas a doença pode ocorrer devido a uso de certos medicamentos e até aparecer em bebês, já no nascimento. Veja quais são os tipos de catarata:
Catarata Senil: Mais comum, acomete pessoas idosas devido ao envelhecimento. Catarata Congênita: Presente no nascimento ou formada no primeiro ano de vida da criança. Pode ocorrer devido a infecções durante a gravidez ou quando a mãe faz uso de drogas e álcool durante a gestação.
Catarata Secundária: Pode ser decorrente da presença de outras doenças ou do uso de certos medicamentos. Doenças como glaucoma e diabetes, além do uso de corticoides estão associados à catarata.
Catarata Traumática: Uma lesão ocular pode levar à catarata. O problema pode aparecer imediatamente ou levar alguns anos até que se manifeste.
Catarata por Radiação: Aparece após tratamentos envolvendo radiação, como o tratamento de câncer, por exemplo.
O diagnóstico da catarata pode ser feito por um oftalmologista em consulta. O médico poderá identificar a doença com um exame minucioso dos olhos e poderá identificar essa opacificação.
Após os 50 anos é imprescindível realizar consultas frequentes ao oftalmologista, pois assim é possível efetuar o diagnóstico precoce da catarata e outros problemas oculares.
O tratamento da Catarata é Cirúrgico. Lentes de contato, óculos ou remédios não são capazes de tratar esse problema.
A Cirurgia de Catarata é um procedimento considerado de baixo risco cirúrgico, e consiste na fragmentação e aspiração do cristalino doente. Depois, a estrutura é substituída por uma lente intraocular, que pode, inclusive, ser adequada a problemas refrativos que o paciente possa apresentar.
Saiba mais sobre a Cirurgia de Catarata:
CAUSAS
SINTOMAS
Dependendo do estágio de evolução da doença, a visão pode ficar de levemente alterada à completamente bloqueada. Mas, há outros sintomas que também podem indicar a presença de catarata, tais como:
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO
De acordo com informações mais recentes da Organização Mundial de Saúde, o Glaucoma é a segunda causa de cegueira no mundo. Uma estimativa indica que haverá 60.5 milhões de pessoas com glaucomas de ângulo aberto e fechado com cegueira bilateral será de 11 milhões de pessoas em 2020.
A doença afeta o nervo óptico de maneira progressiva, levando a perda irreversível do campo visual. O Glaucoma é classificado de acordo com o estado do nervo óptico, o campo visual e a pressão intra-ocular (PIO), e pode ser considerado inicial, moderado ou avançado.
O Glaucoma é uma doença assintomática e grande parte dos casos chegam ao oftalmologista com um grau avançado da doença. Saiba mais sobre os tipos da doença:
Glaucoma de ângulo aberto: É o tipo crônico da doença e desenvolve-se lentamente, causando perda do campo visual. Tende a ser hereditário, embora a ciência não explique sua causa.
Glaucoma de ângulo fechado: Esse tipo da doença é um caso emergencial. Acontece quando o humor aquoso, líquido lubrificante dos olhos é interrompido abruptamente. Com isso a pressão intraocular aumenta provocando dor.
Glaucoma congênito: É um caso raro, quando a criança já nasce com esse problema ocular. Ao nascimento, deve-se tratar imediatamente.
Glaucoma segundário: Pode acontecer devido ao uso de corticóides ou outros medicamentos. Traumas oculares ou a presença de outras doenças nos olhos ou sistêmicas também podem ocasionar.
A Ciência ainda não consegue determinar exatamente as causas. Sabe-se que a pressão intraocular é a responsável pelo dano ao nervo óptico. Prova disso é um estudo que mostrou que com uma redução média de 35% da PIO em portadores de glaucoma inicial, não se observa progressão após cinco anos de seguimento.
A maior parte dos casos com estágio inicial e moderado consegue bom controle da PIO apenas com colírios, mas os casos mais avançados têm indicação de tratamento cirúrgico, pois a cirurgia consegue melhor controle da PIO e das suas variações durante o dia.
Como o glaucoma não apresenta sintomas, a perda visual costuma ser o primeiro sinal de alerta. Essa perda é irreversível, o que nos lembra da importância de fazer visitas regulares ao oftalmologista para diagnosticar problemas como esse precocemente.
Há grupos de pessoas devem redobrar a atenção, pois são mais predispostos:
Pessoas que se encaixam na lista acima devem redobrar a atenção e efetuar avaliações oftalmológicas com maior frequência.
São necessários alguns exames para diagnosticar o glaucoma. O médico precisa avaliar o fundo do olho através da pupila, que é dilatada. Também é feita a tonometria para aferir a pressão intraocular. Para confirmar o diagnóstico, é feita uma avaliação completa, que pode incluir:
É importante considerar que, se não tratado, o Glaucoma pode levar à cegueira. Esse tratamento pode ser feito com colírios e medicamentos (em casos agudos), ou ainda com cirurgia ocular. Em todos os casos o objetivo é regular a pressão intraocular, para evitar mais danos à estrutura ocular.
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A Catarata é a doença que mais causa cegueira reversível no mundo. Seu tratamento é feito cirurgicamente, e é capaz de recuperar a visão das pessoas que desenvolveram essa anomalia. CAUSAS
SINTOMAS
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO
Ao realizar uma avaliação ortóptica são efetuados testes para observar o comportamento dos seus olhos simultâneamente, analisando a existência de alguma alteração da motilidade ocular (movimento dos olhos) e, quando for o caso, realizar tratamento adequado.
Num exame ortóptico detalhado é possível identificar e medir eventuais desvios da fixação ocular. Estes desvios muitas vezes não são aparentes, e podem ser a causa de sintomas como falta de concentração na leitura, cansaço visual, sonolência, dor de cabeça, tonturas, redução da estéreopsia(visão em profundidade), entre outros.
Os transtornos Ortópticos podem interferir no desenvolvimento escolar, profissional e na postura, podendo acometer os indivíduos independente da idade.
Procure observar se o seu filho(a), aproxima muito as coisas dos olhos para ver, ou se se queixa de dores de cabeça, ou se o seu rendimento escolar é baixo e a criança muitas vezes parece até ter preguiça de estudar. Isso pode ser também causado por problemas visuais.

O principal objetivo do tratamento é a reabilitação das pertubações da visão binocular (uso simultâneo dos olhos) provocadas pelo desequilíbrio do alinhamento dos olhos como, por exemplo, estrabismo (olho desviado), insuficiência de convergência (dificuldade de convergência para fixar um objeto próximo) e ambliopia (baixa acuidade visual de um ou ambos os olhos).
A terapia ocular pode ser realizada de 2 a 3 vezes na semana no consultório e ser complementada com exercícios domiciliares.

Saiba onde fazer e porque?
Este exame é utilizado para verificar o campo visual, avaliando as funções da retina, nervo óptico e vias ópticas, podendo ser central e periférico.
Indicado no acompanhamento do glaucoma, de endocrinopatias, de máculopatias, e de neuropatias envolvendo as vias ópticas. O exame é solicitado pelo DETRAN, para concessão da licença para direção de automóveis quando o candidato apresenta visão em um olho só (monocular) ou caia em alguma exigência no exame visual do DETRAN.

Teste com lentes de prova para selecionar a lente de contato mais adequada para cada paciente. Estes preliminares e treinamento no manuseio são muito importantes para
uma boa adaptação de lentes de contato.
Geralmente, o teste de adaptação de lentes consiste de:
Colocação de lentes de teste baseadas na refração inicial
prescrita pelo oftalmologista.
Sobre-refração, com as lentes de teste.
Avaliação da adaptação das lentes de teste.

Acuidade visual (AV) é uma característica do olho de reconhecer dois pontos muito próximos.
Vários fatores especificam a esta acuidade, em especial, a distância entre os fotorrecetores na retina e também da precisão da refração.
Ela é determinada pela menor imagem retiniana percebida pelo indivíduo. Sua medida é dada pela relação entre o tamanho do menor objeto (optotipo) visualizado e a
distância entre observador e objeto.
A diminuição da acuidade visual causa importante déficit (défice) funcional e considerável morbidade a seus portadores.
Seu reconhecimento é importante, pois na maior parte das vezes tal deficiência pode ser corrigida com terapêutica adequada.
A acuidade visual pode ser medida através de escalas de optótipos.

É essencial na adaptação de lentes de contato, no pré-operatório de catarata e identifica o eixo e o grau de astigmatismo.
Avaliação realizada para determinar a curvatura da córnea em sua região central, tomando-se como bases dois eixos perpendiculares (ângulo de 90° entre os mesmos).
Se o seu filho é um nadador exímio, pode valer a pena comprar óculos de natação com os óculos infantis devem vestir no rosto das crianças de forma
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